Alunos e professores

Reproduzo abaixo quatro elogios especiais que recebi desde que o Guia Politicamente Incorreto foi lançado, há um ano. São dois ex-alunos e dois professores contando sua experiência com a história do Brasil e os desvios ideológicos da escola. Todos eles se sentiram libertados com o livro – e ao mesmo tempo já imaginavam diversas coisas que conto no Guia. A carta mais impressionante é a última: o leitor diz que seu professor recomendava os alunos a lutar pelas Farc na Colômbia. Imagine o que ele não fazia com a história do Brasil.


Terapia

Terminei de ler seu livro neste instante. Gostei muito.Você prova que a história pode ser crítica e também divertida, sem deixar de ser documental. Cursei história na USP, os professores repetiam que se tratava de uma ciência. Ao lecionar não entendia se era eu que não acreditava nos livros e no que ensinava, ou se os meninos odiavam a matéria por não ser objetiva. Virei diretora escolar, desisti da história. Seu livro me faz lembrar uma mistura de trabalho acadêmico com jornalismo. Foi uma terapia! Idili Afonso

Libertação

Eu e meu marido lemos juntos, literalmente, e disputamos o único exemplar encontrado na Saraiva da rua do Ouvidor, aqui no Centro do Rio. As informações são libertadoras! Terminei o ensino médio há 21 anos e fiquei um pouco chateada em me perceber que a manipulação das informações foi tão intensa. (…) Parabéns! Sua juventude traz frescor ao livro e esperança de mais autenticidade ao currículo escolar brasileiro nos próximos anos. Além de fomentar um pensamento mais crítico em relação ao senso comum. Alessandra Roberto

Conforto e desconforto

Sou professora e, também, autora de alguns textos sobre a História do Brasil. Tive a feliz
oportunidade de ler seu livro. Foi uma alegria indescritível Há algum tempo, causei desconforto, surpresa, sorrisos e (alguma) concordância (não sei se nesta ordem) quando, em um encontro com meus “pares”, posicionei-me tal qual você o faz em seu livro. Você pode avaliar a satisfação que senti ao ler o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil.
Jeanne A. Ramia

Às Farc!

Sou um aficcionado por história e devorei o livro todo em menos de 1 dia. Finalmente encontrei uma fonte consistente, baseada em dados concretos que refuta toda aquela baboseira que você aprende quando é adolescente. Estudei no COC e no Anglo, dois colégios recheados de professores esquerdistas que insistiam em nos converter à ideologia deles. Lembro muito bem de um deles, o qual certa vez soltou uma pérola fantástica: “Se meu filho resolvesse largar tudo e ir para a Colômbia lutar ao lado das FARC, eu deixaria!”……. pode uma coisa dessas??? Obviamente que quando você tem 16 anos, você não possui capacidade de argumentação comparável ao de um educador e, em virtude disso, acaba se deixando influenciar pelos ideais de seus professores. Isso aconteceu comigo e, como você descreve em seu livro, também aconteceu com você. Carlos Luiz Pasquali Junior


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2 respostas para Alunos e professores

  1. Thamyres Dalethese disse:

    Mto legal esses comentarios e vc ter os intercalado com imagens do clipe do Pink Floyd que nos faz pensar no papel da escola e nos sujeitos que ela forma. Mas acredito que a maior crítica nele sobre a escola talvez esteja no sistema que vc parece defender, entao eu fico meio confusa pq ao mesmo tempo que vc refuta uma suposta “ideologização” no ensino escolar (certamente de vies marxista), acaba negando outras dimensões existentes no universo escolar que reproduzem as mesmas condições de exclusão social, marginalização e repressão do capitalismo. Mas veja bem, quando digo que a escola reprime, me refiro ao modo como ela impede que os alunos expressem determinadas habilidades, pontos de vista e particularidades dos alunos. E é justamente isso que vejo no clipe, a homogeneização, uniformização dos alunos, educados para apreender e repetir os mesmos conteúdos disciplinares, em detrimento de suas singularidades, uma vez que usualmente as escolas enxergam e tratam os estudantes como um bloco único e uniforme que se veste, pensa e age da mesma forma.
    Seu livro me levou a pensar sobre essas coisas, contudo penso que esta “ideologização’ seja o elemento menor nisso tudo, nao acha?
    Acredite em mim, nao estamos formando uma legiao de marxistas. Ao contrario, a enfase no ensino escolar em geral está voltado pro vestibular, LOGO, visa o mercado de trabalho.
    Nao sei se fui longe, mas só quis botar pra fora minhas inquietações provocadas pelo seus textos. Nao era essa sua intenção, provocar, incomodar, pertubar…?
    Abraço.

  2. Luciane Corá disse:

    Sou professora de História há 10 anos. Leio muito e fujo dos modelos tradicionais, dos modismos, das tendências que não se fundam em estudos de profissionais da área ou de simpatizantes da História…O livro tem várias pontos de concordância, porém questiono alguns aspectos, que foram abordados de maneira simplista, ou melhor, parafraseado de outros livros que não foram escritos por brasileiros…principalmente no que se refere aos índios…feijoada? PARA ESCREVER SOBRE HISTÓRIA, É NECESSÁRIO, ANTES DE TUDO ESTUDÁ-LA. Ser MARXISTA ou não? Essa não é a questão.
    QUAL A OPINIÃO DE HISTORIADORES E NÃO DOS JORNALISTAS SOBRE O LIVRO?

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